quinta-feira, 16 de maio de 2013

CIÊNCIA DOS ALIMENTOS - CANOLA

A colza é o resultado do cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família com o objetivo de obter uma semente com baixo teor de ácido erúgico, uma vez que este é inadequado ao consumo humano.

 
Identificação:
Nome Científico - Brassica napus L. var. Oleifera Moench
Família - Crucífera

Origem - Obtida através do melhoramento genético da colza
Nome popular – Canola
Origem do nome popular – Abrev. de CANadian Oil Low Acid

 
Utilidades:
- Produção de grãos

- Produção de óleos comestíveis

-Produção de óleos para biocombustíveis p/transesterificação
- Produção de farelo para ração (34 a 38% de proteínas)
- Estruturação e aeração de solos

- Rotação de culturas – Inclusive trigo

- Diversificação de renda nas regiões tritícolas do Sul do Brasil

Carcterísticas Químicas Principais:
Teor de óleo - 34 a 40%

Teor de proteína – Em torno de 24 a 27%

Menor teor de ácidos graxos saturados de todos óleos vegetais
Contem 40% de gorduras CIS (soja e girassol 30%)

Contém: Omega 3
 e Vitamina E

Exigência da Cultura:
- Solos bem drenados e férteis, dos tipos 1,2 e 3, definidos pela IN n° 10 e 12 do MAPA;

- PH acima de 5,5 (preferencialmente);

- Clima de temperado a frio;

- Sensibilidade à geada na fase inicial e no florescimento;
-Tolerância nas demais fases;
-Solos livres de resíduos de herbicidas usados em soja e milho.
 
Vantagens do Cultivo da Canola:
- Uso do nitrogênio residual;
- Interrupção do ciclo de doenças fúngicas do trigo e milho (giberela, glomerela, septória e cercosporiose);
- Controle de ervas daninhas;

- Tolerância ao estresse hídrico;

Fases do Desenvolvimento:
 
(falta colocar as fotos)

No Brasil, hoje, se cultiva apenas canola de primavera, da espécie Brassica napus L. var. oleifera, que foi desenvolvida por melhoramento genético convencional da colza, grão que apresentava teores mais elevados de ácido erúcico e de glucosinolatos.
A canola, assim como o repolho e as couves, é uma planta da família das crucíferas. Seus grãos são produzidos no Brasil e possuem de 24% a 27% de proteínas e de 34% a 40% de óleo.
Já a canola, derivada da semente de colza, é uma semente oleosa desenvolvida por cientistas canadenses, por meio da engenharia genética. É ela que produz um óleo comestível de alta qualidade, usado na culinária, da mesma forma que a margarina e a manteiga.
Um estudo realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) mostra que o processo de envelhecimento cardiovascular pode ser retardado por meio de cuidados simples com a alimentação. Entre eles está a substituição do óleo comum ou banha por óleo de canola, que graças às suas gorduras insaturadas previne doenças do coração e controla os níveis de colesterol no sangue.

É BOM PORQUE:

É nutritivo: rico em gorduras insaturadas, estocadas na medula óssea, coração, pulmão, fígado, baço, rins, intestinos, músculos e sistema nervoso central.
Tem funções nobres: regula a temperatura interna, leva vitaminas para as células, mantém a elasticidade da pele e protege os órgãos vitais, principalmente o coração.
É saudável: possui elevada quantidade de Ômega-3, ácido graxo, que promove a redução dos triglicérides e controla a arteriosclerose, e vitamina E, excelente antioxidante.
É saboroso: dá mais gosto e aroma aos pratos.
É barato: alternativa mais econômica aos óleos extra-virgens, também muito saudáveis.

A colza ou couve-nabiça (Brassica napus) é uma planta de cujas sementes se extrai o azeite de colza, utilizado também na produção de biodiesel. As folhas da planta servem também de forragem para o gado (pelo que é cultivada em muitos países) por seu alto conteúdo em lipídios e conteúdo médio em proteínas.


Os principais produtores são a União Européia, o Canadá, os Estados Unidos, a Austrália, a China e a Índia. Na Índia, ocupa até 13% do solo cultivável. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a colza era a terceira fonte de azeite vegetal em 2000, após a soja, e a palma, além de ser a segunda fonte mundial de alimento protéico, ainda que sua importância seja só a quinta parte da soja.

O azeite de colza, em estado natural, contém ácido erúcico e glucosinolatos que são medianamente tóxicos em doses altas. Houve no passado dúvidas sobre a verdadeira origem das intoxicações ocorridas na Espanha, atribuídas em alguns círculos científicos a herbicidas. Na atualidade, estas dúvidas parecem haver desaparecido, e mediante as novas técnicas de análise genética tem sido possível demonstrar que existe uma predisposição genética à intoxicação com azeite de colza desnaturado. Um conjunto de variedades com níveis menores de ácido erúcico e de glucosinolatos foram produzidas no Canadá com o nome Canola, mas logo este nome foi aplicado indistintamente a variedades cultivadas de colza, sem importar seus níveis de ácido. O azeite começou a ser produzido pela primeira vez no Canadá por Keith Downey e Baldur Stefansson na década de 1970. No Brasil fica conhecido popularmente como óleo de canola.
Valor nutricional

A verdade é que as plantas usadas no Canadá para a produção do óleo de Canola são cultivadas para produzir uma quantia muito baixa de ácido erúcico e o óleo de Canola é considerado um dos óleos mais saudáveis que existem no mercado.

Ele tem um sabor muito leve e é bom para cozinhar ou como tempero para saladas. O óleo de Canola contém ácidos graxos, ômega 6 e ômega 3 - numa proporção de dois por um - e perde só para o óleo de linhaça em ômega 3.

O óleo de Canola é um dos óleos mais saudáveis para o coração e há registro que ele reduz níveis de colesterol, níveis de Triacilglicerol, e mantém as plaquetas saudáveis. Alguns agricultores britânicos, como Hillfarm Oils e Farrington Oils começaram a produzir azeite de colza por prensagem a frio para óleo de cozinhar e de tempero.







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