Hoje queremos falar sobre “MEXILHÕES”… nossos favoritos!!!!
Comer
mexilhão é a coisa mais deliciosa que há. Eles são lindos, saborosos, de um tom
laranja perfeito, com suas conchas negras-azuladas por fora e madreperoladas por
dentro. Um deleite de se ver e de se comer!!!
Comer mexilhões é um
evento! Tomar o caldinho que fica no fundo da panela, e no qual os mexilhões
foram cozidos, usando a própria conha deles ou molhando num pedaço de pão… não
tem sensação mais maravilhosa no mundo. Costumamos dizer que é uma refeição
completa, pois usamos todos os sentidos para usufruir dela. O cheiro de uma boa
porção de mexilhões saindo do fogo é fora de série. O barulho que eles fazem
quando borbulham no caldo e quando abrimos as suas conchas… só ouvindo para
saber do que estamos falando. As cores, os tamanhos e os formatos que têm quando
abrimos cada uma daquelas conchinhas, não deixa nada a desejar a um parque de
diversões. Cada concha, uma supresa! Usar as mãos, então, é condição e diversão
pura. Isso sem falar no sabor indescritível que esses moluscos, geralmente longos e em forma de cunha, que crescem no oceano, mas
muitas vezes são cultivados em fazendas para uso comercial, nos oferecem.
Os dois tipos mais comumente consumidos de mexilhões são os azuis
e verdes. Os Mexilhões de água doce geralmente não são comidos, mas
produzem pérolas de água doce.
Eles podem ser cozidos, fritos, defumados, assados ou cozidos no vapor
e servidos frequentemente em sopas. São um item popular em muitos
países europeus e do Pacífico.
Os Mexilhões são uma fonte de alimento de alta proteína. O Seu
baixo teor de gordura torna-os potencialmente mais saudável do que outras
fontes de proteína, como carne, que pode conter uma grande quantidade de
gordura saturada. Também são baixos em calorias, contendo apenas 70 calorias
por 85g, incluindo 1,9 g de gordura (0,4 g de gordura
saturada). Os Mexilhões são também uma excelente fonte de vitamina B12 e selênio,
que são micro-nutrientes essenciais.
Cem gramas de mexilhões fornece cerca de 13% de suas necessidades diárias
de vitamina C e 22% de suas necessidades diárias de ferro. São uma
boa fonte de ômega-3 e são considerados uma escolha excelente de marisco.
Devemos ter alguns cuidados no preparo dos mexilhões, pois estas delícias
são propensas aos mesmos tipos de contaminação por bactérias como outros frutos
do mar e dó devem ser preparados se estiverem vivos, visto que mortos
deterioram-se rapidamente.
Ahhhh!!! Regra básica: Se estiverem crus, os “bons” precisam estar com a concha
fechada. Se estiverem cozidos, os “bons” devem estar com a conchas aberta.
Uma curiosidade sobre as suas conchas…
Elas
são formadas por NÁCAR,
uma mistura orgânica de camadas de bifes (uma escleroproteína), seguida de uma capa intermédia de calcite ou aragonite, e por último uma camada de carbonato de cálcio ([[CaCO3]]) cristalizado.
O nácar
é secretado por células ectodérmicas do manto
de certas espécies de moluscos. O sangue dos moluscos é rico em uma forma líquida de cálcio,
que se concentra fora do fluxo sanguíneo e se cristaliza como carbonato de cálcio. Os cristais individuais de cada camada
diferem na sua forma e orientação. O nácar deposita-se de forma contínua na
superfície interna da concha do animal (a capa nacarada irisdiscente,
também é conhecida como madrepérola).
Estes processos proporcionam ao molusco um meio para alisar a própria concha e
mecanismos de defesa contra organismos parasitas e dejectos prejudiciais.

Quando um molusco é invadido por um parasita ou é incomodado por um objeto estranho que o animal não pode expulsar, entra em ação um processo conhecido como enquistação, pelo meio do qual a entidade ofensiva é envolta, de forma progressiva, por camadas concêntricas de nácar. Com o tempo formam-se pérolas perdidas. A enquistação mantém-se até que o molusco morra. (fonte: Wikipedia)



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